Um Documentário sobre o movimento para uma rede livre, uma internet livre, no contexto do "Occupy Wall Street". O controlo exercido, pelo poder, sobre todos os nossos movimentos e a (im)possibilidade de criarmos uma estrutura realmente livre de comunicação. É impressionante como o medo da existência de um pensamento livre e da livre circulação de informação levou a polícia de Nova Iorque, devidamente instruída para o efeito, protegeu a propriedade privada destruindo a propriedade colectiva.
A luta por uma sociedade livre, contra o poder esmagador do capital de Wall Street, a luta em defesa de uma internet livre, está hoje perdida. É importante, apesar de tudo, que aqueles que participam no processo de destruição da liberdade e do espírito humano saibam que nós sabemos quem eles são e o hoje não é o amanhã. É importante que o 1% que domina não durma descansado. Nem uma noite.
Via MotherBoard (lê o artigo de Brian Anderson que deu a origem a este post).
A Free Network Foundation.
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artes plásticas... cinema... poesia... política... sei lá! ... basicamente as ideias todas a monte... o que passa pela cabeça e que escapa pelos dedos...
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segunda-feira, dezembro 03, 2012
domingo, abril 19, 2009
I Was Once Shot in the Back of My Head
Shot In The Back Of The Head from Moby on Vimeo.
"Shot in the Back of the Head" é a uma música nova do Moby e este é o video feito pelo David Lynch. São 3 minutos de uma animação muito lowfi completamente a pensar na web. Devo dizer que soube disto pelo twitter do Lynch e que agora acompanho minuto a minuto a vida da Amanda Palmer porque ela está completamente viciada naquilo. Vai passar como tudo passa, essa mania, essa urgência de partilhar-mos todos os minutos da nossa vida com milhares de estranhos. Muitos dirão que é puro marketing para estes músicos e artistas que lutam contra as forças do mal simbolizadas em vilões como os do Pirate Bay (outra visão do mesmo assunto) o falecido Baudrillard diria com certeza algo que eu não consigo aqui reproduzir mas que passaria provavelmente pela noção de que esse hiper-realismo é mais um obstáculo à realidade e promove um ciclo infinito de simulacros que nos afasta cada vez mais de uma qualquer noção de realidade, ainda que remota. Já ninguém quer saber da realidade e comportamo-nos como se isto fosse um filme. Até para esta crise, que sempre aqui esteve mas que não existia só porque não era noticiada, imaginamos um final feliz como se isso fosse inevitável, como se a nossa vida fosse construída com as regras de um argumento de Hollywood. Um dia, com os avanços do DNA e tudo, os pais poderão fazer um post no seu twitter com a sinopse da vida do filho que vai ainda nascer... espectacular!
PS: Vi ontem um filme de 2006 "This is England" de que gostei muito. O filme passa-se em 1983 e devo ter, mais coisa menos coisa, a mesma idade de Shaun - Thomas Turgoose do filme Eden Lake, é genial neste filme dedicado à sua mãe falecida em 2005 -, o protagonista . Um miúdo, filho de um militar morto no conflito das Falklands, acaba por encontrar o único refúgio num grupo de skinheads e vive uma experiência de realidade mais brutal do que procurava mas mais rica também. O crescimento da cultura Nacionalista no Reino Unido veio de um sentimento de crise muito próximo do actual e, em última análise, este filme ensina-nos que o ódio e a violência vêm quase sempre de frustrações muito interiores e pessoais. As ideologias fomentam mais violência quanto mais pobres e infelizes são as pessoas nas suas vidas pessoais e são muitas vezes os mais fundamentalistas os que estão mais distantes dos verdadeiros motivos ideológicos, políticos ou religiosos. O ódio está no lado oposto da convicção mas às vezes odeio tanto tanta coisa...
terça-feira, agosto 12, 2008
Isaac Hayes faleceu a 10 de Agosto de 2008
Isaac Hayes foi um enorme músico da funk e da soul americana. Dono de uma voz incrível Hayes foi produtor, compositor, cantor e actor durante a sua carreira. Trabalhou durante os anos 60 na editora Stax Records como compositor e produtor.
Em 1972 Hayes venceu o Oscar para a melhor música com o tema do filme "Shaft", o primeiro para um afro-americano sem ser como actor, assim como dois Grammy Awards.
Em 1997 aceitou a medo ser a voz de "Chef", uma personagem da famosa série de animação "South Park" do Comedy Central. Acabou por ser um sucesso e trouxe-o de novo para a ribalta. Até 2006 deleitou os fans da série com a sua fantástica voz.
Agora que nos despedimos de Isaac Hayes deixo aqui um pequeno vídeo que editei para nos lembrar-mos dele. Uma actuação em 20 de Dezembro de 2005 no Late Night with Conan O'Brien em que dirigiu a banda e cantou o tema "Shaft" de 1971, com a participação especial de muitos membros dos Max Weinberg 7...
...Isaac i'll miss you
quarta-feira, março 26, 2008
"The Raconteurs" novo album saiu hoje!
O vídeoclip de "Salute your Solution" foi realizado por Autumn de Wilde e consiste em mais de 2500 fotografias editadas de modo a parecerem uma actuação da banda em vídeo.
Como prendinha deixo aqui a música "Consoler of the Lonely"
sexta-feira, março 21, 2008
O que ela queria, eu não dei...
Saí de casa
Pa ir pa escola
Top preto, jeans de ganga
E ténis de mola
Cheguei ah aula
E tava o quim
A mandar mensagens
No telm para mim
Estava eu tao sossegada
A mandar mensagens e mais nada
Veio a prof e disse assim:
Da-me o telemovel
Da-me o teu telefone
Da-me a caderneta
"Vou por la o teu nome"
E eu botei-lhe a mão:
É meu(é teu)
Não dou,(não,não)
Foi com a reforma
Que o meu avo o pagou(ah pois foi)
É meu(é teu)
Não dou,(não,não)
Foi com a reforma
Que o meu avo o pagou(ah pois foi)
Oh gorda sai da frente
Que eu quero gravar
Baza borrachona, tás a atrapalhar
Vamos ser famosos vamos pro ar
Vai pa internet, vai tvi
Isto caso mundial, vai po csi
e eu disse-lhe assim:
É meu(é teu)
Não dou,(não,não)
Foi com a reforma
Que o meu avo o pagou(ah pois foi)
BiDiAr
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